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IA e CX são o foco de evento mundial de varejo: tendências devem se refletir no Brasil

NRF 2025: Retail's Big Show, realizado em Nova Iorque, reuniu mais de 6.200 marcas; varejistas brasileiras devem estar atentas aos debates apresentados sobre inovação e experiência do cliente

IA e CX são o foco de evento mundial de varejo: tendências devem se refletir no Brasil

NRF 2025: Retail’s Big Show, realizado em Nova Iorque, reuniu mais de 6.200 marcas; varejistas brasileiras devem estar atentas aos debates apresentados sobre inovação e experiência do cliente

São Paulo, fevereiro de 2025 – A NRF 2025: Retail’s Big Show, maior evento de varejo do mundo, realizada de 12 a 14 de janeiro no Jacob K. Javits Convention Center, em Nova Iorque, trouxe à tona as principais tendências e inovações tecnológicas que estão moldando o futuro do segmento. Com a participação de mais de 6.200 marcas de todo o mundo, o evento proporcionou três dias de aprendizado, colaboração e descobertas no setor varejista, expondo novidades que devem estar no radar das lojas brasileiras.Um dos principais destaques da feira foi a Inteligência Artificial (IA) e seu impacto no varejo. Com o apoio da visão computacional e de câmeras inteligentes, a ferramenta está sendo utilizada para incrementar recomendações personalizadas, otimizar processos, aumentar a segurança e oferecer assistência contínua aos clientes.

Claudio Jr., fundador e CEO da Riverdata, startup que desenvolve inteligência artificial para o varejo visando aumentar a produtividade e reduzir perdas operacionais em lojas, reforça a importância da IA no setor diante do que foi apresentado no evento. “A inteligência artificial está revolucionando ao permitir que as empresas ofereçam experiências personalizadas e eficientes aos clientes. Em um contexto pós-pandemia, onde lojas físicas ganharam ainda mais força, isso é fundamental. A NRF 2025 foi a prova disso. As gigantes do setor, como Amazon, Target, Walmart e Sephora, já estão se adequando e em breve as transformações precisarão ser encaradas por todos”, afirma.

A convergência entre o mundo digital e físico também foi uma das maiores tendências apontadas, mostrando como marcas estão integrando perfeitamente os dois mundos para criar experiências fluidas e interativas – preferenciais para 61% dos brasileiros, de acordo com a Zendex – que aumentam a personalização e a satisfação do cliente. Nesse âmbito, gêmeos digitais para simular lojas físicas, provadores virtuais – ou mesmo espelhos inteligentes, conforme um estudo apresentado pela Sephora – e experiências híbridas despontam como possibilidades cada vez mais palpáveis. Ainda no escopo das inovações proporcionadas pela IA, outros aspectos discutidos indicaram mais uma tendência significativa: o cliente e sua satisfação, mais do que nunca, são uma prioridade inegociável. Carrinhos inteligentes, armários grab-and-go (pegar e ir, em tradução livre), escaneamento corporal 3D, personalização do atendimento por meio da IA e checkout automatizado são apenas algumas das mudanças que empresas líderes do varejo estão implementando nas operações.

Segundo um estudo apresentado pela Macy’s, a IA aplicada ao visual merchandising dinâmico pode aumentar as vendas em até 15%, corroborando para a consolidação da ideia de que uma boa experiência do cliente é um diferencial competitivo e comercial relevante. “O conceito de cliente no centro antes era uma vantagem competitiva, hoje é questão de sobrevivência. As empresas do varejo que não se atentarem a isso podem esperar problemas para o futuro”, diz o fundador. 

No entanto, para além de novidades, a NFR 2025 também contemplou desafios e limitações da IA. “A inclusão da IA nas operações do dia a dia não é fácil, mas vale a pena. As tendências apresentadas no evento não devem ser vistas como ameaças, mas como oportunidades para otimizar negócios e se destacar”, acrescenta Claudio Jr. Com o surgimento de tecnologias disruptivas, a integração de dados já existentes, o treinamento de equipes e a adaptação de espaços físicos são processos desafiadores para diversas empresas, uma vez que exigem investimento e organização, mas o retorno de tal transição é promissor. Sobre a Riverdata:Fundada em 2020, a Riverdata é uma startup de visão computacional que aplica inteligência artificial nos varejos físicos para aumentar sua produtividade e trazer informações, como funil de vendas e mapa de calor de loja. Por meio de uma plataforma conversacional com IA, a Riverdata oferece informações valiosas sobre as pessoas que visitam os estabelecimentos, como o tempo de permanência dos clientes, média de espera em fila, quantidade de consumidores e suas faixas etárias, taxas de conversão entre entrantes e compradores, entre outros.

Site: www.riverdata.com.br

Divulgação
Claudio Junior, fundador e CEO da Riverdata
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